DIREÇÃO TEATRAL / OS PRINCIPAIS DIRETORES DO SÉCULO XX
com Antonio Gilberto
16 SET - 14 OUT
A oficina tem como objetivo apresentar um painel da transformação da cena teatral internacional, a partir do final do século XIX até a segunda metade do século XX, considerando o trabalho desenvolvido por diretores que foram decisivos para a evolução do espetáculo no século XX e marcaram o cânone.
O que nomes como André Antoine, Constantin Stanislavski, Vsevolod Meyerhold, Erwin Piscator, Bertolt Brecht, Antonin Artaud, Jerzy Grotowski e Peter Brook podem nos ensinar sobre encenação?
Diante desse questionamento vamos em busca de suas pegadas teóricas e cênicas.
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observações
A partir de 16 anos.
Ao preencher a Ficha de Inscrição, leia atentamente o Regulamento.
No término do curso, o Certificado de Frequência será fornecido ao aluno que cumprir, no mínimo, 75% da sua carga horária.
Antonio Gilberto . Diretor, professor e pesquisador. Doutor e Mestre em História e Historiografia do Teatro e das Artes (HTA) pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas (PPGAC) do Centro de Letras e Artes (CLA) da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Bacharel em Artes Cênicas/Direção Teatral pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e em Psicologia (Clínica, Organizacional e Escolar), pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).
Na área da direção teatral tem realizado espetáculos onde a literatura é utilizada como texto teatral, onde o ator trabalha o narrativo e o dramático na cena. Seus principais trabalhos como diretor foram “O Tempo é Só Uma Questão de Cor” (Textos de Caio Fernando Abreu, 2017/2018), “Carta ao Pai” (Kafka, 2014/16), “A Esposa e A Noiva” (Tchekhov, 2011/12), “Maria Stuart”(2009, com Julia Lemmertz, Clarice Niskier e Ligia Cortez), “Contando Machado de Assis” (2008), “Federico García Lorca – Pequeno Poema Infinito” (com José Mauro Brant, indicado ao Prêmio Shell de “Melhor Ator” RJ 2007), “Um Brinde ao Teatro” (2006, com Eva Wilma), “Werther” (2005), “Credores” (2003, com Emílio de Mello, Marcos Winter e Alessandra Negrini)), “Como se Fosse A Chuva” (Prêmio IBEU de “Melhor Diretor de 1997“), “As Mais Fortes” (1988). Como pesquisador foi responsável pela realização de várias exposições e organizou as fotobiografias de Dina Sfat, Italo Rossi e Ziembinski, todas publicadas pela Imprensa Oficial de SP.
Como professor, trabalha desde 2016 na Casa das Artes Laranjeiras (CAL), ministrado as disciplinas de História do Teatro Brasileiro e História do Teatro Ocidental e Cultura Geral, também realizando anualmente oficinas teóricas e práticas de direção, atuação e dramaturgia para diversas instituições, como FUNARTE, SP Escola de Teatro, entre outras.
Foi diretor do Centro de Artes Cênicas da FUNARTE (2003/2006 e 2011/2015) e diretor artístico do Teatro do Planetário da Gávea/RJ de 2017 a 2020 (atual Teatro Domingos Oliveira).
Antonio Gilberto . Diretor, professor e pesquisador. Doutor e Mestre em História e Historiografia do Teatro e das Artes (HTA) pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas (PPGAC) do Centro de Letras e Artes (CLA) da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Bacharel em Artes Cênicas/Direção Teatral pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e em Psicologia (Clínica, Organizacional e Escolar), pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).
Na área da direção teatral tem realizado espetáculos onde a literatura é utilizada como texto teatral, onde o ator trabalha o narrativo e o dramático na cena. Seus principais trabalhos como diretor foram “O Tempo é Só Uma Questão de Cor” (Textos de Caio Fernando Abreu, 2017/2018), “Carta ao Pai” (Kafka, 2014/16), “A Esposa e A Noiva” (Tchekhov, 2011/12), “Maria Stuart”(2009, com Julia Lemmertz, Clarice Niskier e Ligia Cortez), “Contando Machado de Assis” (2008), “Federico García Lorca – Pequeno Poema Infinito” (com José Mauro Brant, indicado ao Prêmio Shell de “Melhor Ator” RJ 2007), “Um Brinde ao Teatro” (2006, com Eva Wilma), “Werther” (2005), “Credores” (2003, com Emílio de Mello, Marcos Winter e Alessandra Negrini)), “Como se Fosse A Chuva” (Prêmio IBEU de “Melhor Diretor de 1997“), “As Mais Fortes” (1988). Como pesquisador foi responsável pela realização de várias exposições e organizou as fotobiografias de Dina Sfat, Italo Rossi e Ziembinski, todas publicadas pela Imprensa Oficial de SP.
Como professor, trabalha desde 2016 na Casa das Artes Laranjeiras (CAL), ministrado as disciplinas de História do Teatro Brasileiro e História do Teatro Ocidental e Cultura Geral, também realizando anualmente oficinas teóricas e práticas de direção, atuação e dramaturgia para diversas instituições, como FUNARTE, SP Escola de Teatro, entre outras.
Foi diretor do Centro de Artes Cênicas da FUNARTE (2003/2006 e 2011/2015) e diretor artístico do Teatro do Planetário da Gávea/RJ de 2017 a 2020 (atual Teatro Domingos Oliveira).
- Leia MenosCarga horåria
10 horasHORÁRIO
19h - 21h4ªFeira
VALOR
R$660,00
Pagamento em até2x de R$ 312,50 ou
à vista no boleto
LOCAL
ONLINE