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PREPARAÇÃO DO ATOR PARA TEATRO E TV

com Ary Coslov


PERÍODO DO CURSO

24 NOV - 15 DEZ


Um bom ator pode fazer teatro, cinema ou televisão e jamais deixar de ser um bom ator mas, para isso, é importante que ele saiba que cada um desses veículos determinam algumas regras que devem ser respeitadas – e não só no caso do ator, também a fotografia, a maquiagem, os figurinos etc. – e ele vai ter que entender essas regras e perceber a necessidade de se adaptar a elas. O ator – ou atriz – sabe que precisa, no seu dia a dia, reunir referências em seu cérebro, assistir teatro, ir ao cinema, ler bastante, prestar atenção em tudo que está à sua volta. Claro que ele precisa ter vocação e talento, essas duas coisas são fundamentais. Mas ele precisa também desenvolver uma técnica específica para cada um desses meios – teatro, cinema ou televisão – e ter consciência das diferenças. Para isso ele precisa se exercitar, se preparar, reunir em seu cérebro e em seu corpo todas as informações necessárias para que possa ter um bom desempenho em qualquer um desses veículos. Daí a importância do treinamento.

 

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observações
A partir de 16 anos.
Ao preencher a Ficha de Inscrição, leia atentamente o Regulamento.
No término do curso, o Certificado de Frequência será fornecido ao aluno que cumprir, no mínimo, 75% da sua carga horária.


Ary Coslov .  Nasceu no Rio de Janeiro e começou sua carreira profissional como ator em 1963 com a peça “Aonde vais, Isabel?” de Maria Inês de Almeida, no Teatro Jovem. Até 1980, atuou em mais de 20 peças, entre elas: “Mortos sem Sepultura” de Jean-Paul Sartre (1964), “A Bossa da Conquista” de Ann Jellicoe (1966), “Tango” de Slawomir Mrozeck (1972) e “A Fila” de Israel Horowitz (1978) . Depois de 30 anos, voltou ao teatro como ator em 2010 com a peça “Produto”, de Mark Ravenhill.

Como diretor, estreou em 1977 com “Palácio do tango” de M. Irene Fornès e até hoje dirigiu mais de 30 peças, sendo que entre as últimas estão “A Estufa” de Harold Pinter (2015), “Entre corvos”, espetáculo sobre Antonin Artaud (2016), “O Amor perdoa tudo”, de Fabricio Carpinejar e Claudia Tajes (2016), “Ivanov” de Anton Tchekov (2017), “Meus Duzentos Filhos” de Miriam Halfim (2018). Com “Traição” de Harold Pinter, recebeu os prêmios Shell e APTR (Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro) como melhor diretor de teatro de 2008. “O Inoportuno”, também de Pinter, estreou em novembro de 2018 no Teatro dos Quatro, peça com a qual foi indicado ao Premio Cesgranrio de melhor diretor

.

Atuou na televisão como ator em diversos programas e novelas desde 1963 e tornou-se diretor a partir de 1979. Dirigiu até hoje mais de 50 produções – novelas, seriados, minisséries e musicais – como, entre muitas outras, “Paraíso” (1982), “Louco Amor” (1983), “Carga Pesada” (1979-1980, 2003-2005), “Explode Coração” (1995), “Por Amor” (1997), “Vida ao Vivo Show” (1998), “Mulheres Apaixonadas” (2002), “Senhora do Destino” (2004), “Duas Caras” (2007), “Fina Estampa” (2011) e “Guerra dos Sexos” (2013), todas na TV Globo; “Marquesa de Santos” (1984), “Tudo em Cima” (1984), “Tamanho Família” (1985), “Corpo Santo” (1987), na TV Manchete. E ainda “El Hombre Que Debe Morir”, de Janete Clair, (TV Panamericana, Lima, Peru, 1989) e “El Magnate”, de Manoel Carlos (Capitalvision Productions-Telemundo, EUA, 1990).

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Ary Coslov .  Nasceu no Rio de Janeiro e começou sua carreira profissional como ator em 1963 com a peça “Aonde vais, Isabel?” de Maria Inês de Almeida, no Teatro Jovem. Até 1980, atuou em mais de 20 peças, entre elas: “Mortos sem Sepultura” de Jean-Paul Sartre (1964), “A Bossa da Conquista” de Ann Jellicoe (1966), “Tango” de Slawomir Mrozeck (1972) e “A Fila” de Israel Horowitz (1978) . Depois de 30 anos, voltou ao teatro como ator em 2010 com a peça “Produto”, de Mark Ravenhill.

Como diretor, estreou em 1977 com “Palácio do tango” de M. Irene Fornès e até hoje dirigiu mais de 30 peças, sendo que entre as últimas estão “A Estufa” de Harold Pinter (2015), “Entre corvos”, espetáculo sobre Antonin Artaud (2016), “O Amor perdoa tudo”, de Fabricio Carpinejar e Claudia Tajes (2016), “Ivanov” de Anton Tchekov (2017), “Meus Duzentos Filhos” de Miriam Halfim (2018). Com “Traição” de Harold Pinter, recebeu os prêmios Shell e APTR (Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro) como melhor diretor de teatro de 2008. “O Inoportuno”, também de Pinter, estreou em novembro de 2018 no Teatro dos Quatro, peça com a qual foi indicado ao Premio Cesgranrio de melhor diretor

.

Atuou na televisão como ator em diversos programas e novelas desde 1963 e tornou-se diretor a partir de 1979. Dirigiu até hoje mais de 50 produções – novelas, seriados, minisséries e musicais – como, entre muitas outras, “Paraíso” (1982), “Louco Amor” (1983), “Carga Pesada” (1979-1980, 2003-2005), “Explode Coração” (1995), “Por Amor” (1997), “Vida ao Vivo Show” (1998), “Mulheres Apaixonadas” (2002), “Senhora do Destino” (2004), “Duas Caras” (2007), “Fina Estampa” (2011) e “Guerra dos Sexos” (2013), todas na TV Globo; “Marquesa de Santos” (1984), “Tudo em Cima” (1984), “Tamanho Família” (1985), “Corpo Santo” (1987), na TV Manchete. E ainda “El Hombre Que Debe Morir”, de Janete Clair, (TV Panamericana, Lima, Peru, 1989) e “El Magnate”, de Manoel Carlos (Capitalvision Productions-Telemundo, EUA, 1990).

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Carga horåria

12 horas

HORÁRIO

19h - 22h
4ªFeira

VALOR

R$380,00

Pagamento em até
2 vezes no cartão.

LOCAL

ONLINE
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